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Quem Somos


A criação da Redes de Desenvolvimento da Maré – REDES – instituição da sociedade civil, é resultado de um longo processo de  envolvimento dos seus fundadores com o movimento comunitário no conjunto de favelas da Maré e, também, na cidade.  As ações, pesquisas e reflexões desenvolvidas ao longo dessa trajetória marcada pela atuação em organizações locais e em outros espaços da cidade, nos diferentes campos das políticas sociais, pauta-se pelo interesse comum de trabalhar, de forma integrada e abrangente, com temáticas relativas à cidade do Rio de Janeiro e, mais especificamente, aos seus espaços populares. Assim, a Redes nasce com a missão de:

Promover a construção de uma rede de Desenvolvimento Territorial através de projetos que articulem diferentes atores sociais comprometidos com a transformação estrutural da Maré e que produzam conhecimentos e ações relativas aos espaços populares, que interfiram na lógica de organização da cidade e combatam todas as formas de violência.

Como essa estratégia de atuação, a instituição busca desenvolver projetos dentro de temáticas como educação; arte e cultura; mobilização social; segurança pública; desenvolvimento local, comunicação; combate a violência, em suas diversas manifestações e geração de trabalho e renda.

Aspectos organizacionais:

A gestão da instituição é feita por um coletivo de diretores que se dividem no acompanhamento dos projetos e setores, a fim de orientar o trabalho desenvolvido pelas equipes, cada uma com coordenação específica, buscando integração das ações e garantindo que os projetos não se esgotem em si mesmo, mas que contribuam, de forma efetiva, para o desenvolvimento de um projeto estruturante para a Maré, como revela a missão da instituição.

Organograma simplificado da estrutura organizacional da Redes Maré

Ao longo da trajetória da instituição, foi necessária a criação de alguns setores no sentido de oferecer uma estrutura de funcionamento adequada para o desenvolvimento das ações dos projetos. Atualmente, a Redes conta com cinco setores, a saber:

Setor de Monitoramento e Avaliação: responsável pelo acompanhamento de todas as iniciativas da instituição visando mensurar os impactos produzidos pelas mesmas.

Setor Administrativo-financeiro: esse setor atua em duas frentes de trabalho: garantir a estrutura administrativa adequada para o desenvolvimento das ações da instituição, incluindo a contratação de recursos humanos para esse fim, e o apoio nas questões relacionadas à gestão financeira da instituição como um todo e dos projetos, separadamente, incluindo prestação de contas para as parcerias já firmadas e elaboração de orçamentos financeiros para os projetos de futuras parcerias.

Setor de comunicação: setor responsável pela produção e difusão de informações que contribuam para a mobilização dos públicos internos e externos em torno das ações da instituição.

Setor de mobilização social: responsável pela articulação dos diferentes atores locais (associações de moradores, cooperativas populares, organizações não governamentais, movimentos sociais, fóruns, universidades, entre outros) na perspectiva de uma ação que estimule a emancipação popular, a consciência comunitária, a participação democrática e o reconhecimento da importância do protagonismo social.

Setor de formação: considerando a proposta de criação de momentos formativos como ponto central para a garantia de unidade nas iniciativas da instituição, o setor de formação é responsável pela promoção de ações não só de formação como de informação e mobilização dos tecedores (todos que trabalham na Redes), tendo como meta envolver todos os projetos em propostas que contribuam para o desenvolvimento da missão institucional.

Os projetos desenvolvidos na Redes estão distribuídos em cinco eixos de atuação: desenvolvimento local, educação, segurança pública, arte e cultura e comunicação. O gráfico abaixo nos permite visualizar a estrutura atual de funcionamento da Redes, através dos setores e projetos desenvolvidos:

A realização do conjunto de iniciativas em desenvolvimento na Redes da Maré, portanto, vem sendo possível pela forma de trabalho priorizada que busca a interação de diferentes segmentos da sociedade, comprometendo-os de forma cooperativa na materialização de ações que, a longo prazo, melhorem as condições de vida da população local.


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