Iniciativas, como o Eco Clima, são destaques em evento da universidade
O evento “Metodologias Participativas de Combate ao Racismo Ambiental e à Injustiça Climática no Rio de Janeiro” reuniu, na Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), diversas iniciativas que combatem a desigualdade, riscos e danos socioambientais nos territórios periféricos. O workshop, que aconteceu no dia 25 de agosto, promoveu diálogos em torno de iniciativas socioambientais inovadoras, desenvolvidas por ativistas e organizações da sociedade civil dedicadas a combater o racismo ambiental e a injustiça climática na cidade. A Maré foi representada pelo Data Labe, que mostrou o projeto Cocozap, e pelo Eixo de Direitos Urbanos e Socioambientais (Dusa), da Redes da Maré, que contou como foi o projeto Ecoclima.

Rian de Queiroz falou pelo eixo e demonstrou os benefícios de três protótipos: composteira, biodigestor e telhado verde. Ele destacou a problemática do lixo, a criminalização dos moradores da favela e as políticas públicas necessárias para o território. “O projeto Ecoclima foi fundamental para a produção de conhecimento, mobilização, articulação, prototipagem de soluções, evidência e estrutura. Sempre pensando em soluções para os resíduos sólidos, o saneamento básico, o manguezal e as ilhas de calor”, reflete. Esse evento faz parte do projeto de extensão Observatório dos plásticos e ativismos socioambientais, uma realização do ResiduaLab/Uerj, no âmbito da cooperação internacional entre Uerj e Bard College/NY. Estiveram presentes pesquisadores e ativistas com atuação destacada na área socioambiental, além de estudantes.
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